[segunda-feira, 17 de dezembro de 2007]
Sou feita toda de amor. Não dá mesmo para me entender, mas qual seria graça se as pessoas me entendessem. Faço graça, finjo que não gosto, disfarço. Faço-me de sarcástica, irônica. Dou sorrisinhos falsos, fico séria. Calo-me quando é preciso, e quando não é também. Sou inesperada, mas gosto também de ser comum. Não percebo que às vezes, não posso ser sempre como sou, mas é inevitável. Não faz mal também, tem quem me ame pelo que sou, pelo que faço, pelo que penso.
Por Gabriela às [10:28]