[quarta-feira, 9 de janeiro de 2008]
Passado, o quanto do passado realmente fica no passado, e quando nós devemos nós recordar dele? O que você mudaria no passado? E o quanto do seu passado, ainda é presente? E quanto do passado, será futuro?
Gosto de pensar no passado, como um bom livro de contos. Mas de contos que se interligam. Gosto de pensar no passado, sentindo uma saudade, do que foi bom. E quase que me recuso a lembrar dos momentos ruins, a não ser que isso vá acrescentar algo na minha vida, que não seja depressão é claro. Gosto de pensar o que seria da minha vida, se eu não houvesse feito muitas coisas, de como seria se não tivesse feito. Não gosto de sofrer arrependimento, nem vontade; atualmente faço o que der na telha, é melhor do que pensar "e se tivesse feito". Prefiro pensar no "e se não tivesse", normalmente é menos doloroso. Há coisas no passado, que se tornam traumas, mas no presente aprendemos a superar.
O passado deixa mais saudade, do que pensamos que podiamos sentir no presente, e no futuro deixa muita mais saudade. O passado é seu grande livro, são suas histórias que você vai contando ao longo da vida. O passado é seu maior professor. O passado é o passado, e vale a pena de vez enquando recordar.
Por Gabriela às [20:40]